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Histórico

Conselho Regional de Psicologia -19a Região

Em dezembro de 1971, com a Lei 5.766, foi criado formalmente o Conselho Federal de Psicologia (CFP), seguido por sete Conselhos Regionais de Psicologia. Entre eles, o CRP 03, na Bahia, tendo como Polo, o estado de Sergipe.
Até  2000, quando da inauguração da sede na Praça da Bandeira, em Aracaju, o Polo Sergipe funcionava no consultório da psicóloga Elisabete Ventura dos Santos que dividia a representação sergipana com a psicóloga Iris Delmar.  Nos anos que se seguiram, agora mais estruturado, assumiram o pólo Sergipe, os  gestores Maria Lúcia de Oliveira e Marcelo de Almeida Ferrari. Na  segunda gestão, os psicólogos Aline Rangel G. Albuquerque e Frederico Leão Pinheiro.
Em 2007, o Polo Sergipe foi elevado à categoria de Secção e ganhou o seu primeiro Comitê Gestor. Sob a coordenação do psicólogo Fernando Antônio Nascimento, os profissionais Adriano Barros, Alberto Orge, Alfredo Cosme, Edelvaisse Mendonça Ferreira, Jameson Silva, Maria Lúcia de Oliveira, Simone Pinto e Wilson Bispo,  definiram as primeiras estratégias e ações a fim de viabilizar a criação do Conselho Regional de Psicologia de Sergipe.
Em 2008, o grupo gestor da Secção Sergipe passou por uma renovação.   Coordenado pela psicóloga Edelvaisse Ferreira, a nova gestão recebeu a colaboração da Izabel Canavessi, Josy Adrade, Taiara Nascimento, Karla Melo, Naldson Melo e Wesley Vinícius Santos.  Em pouco mais de um ano de atuação os profissionais  conquistaram novos espaços, com cadeira em vários Conselhos de Direito e passaram a contribuir nas lutas pelos Direitos Humanos e pela construção de uma sociedade mais justa.

As ações políticas internas e externas foram intensificads com a  construção da I Conferência de Comunicação, lançamento do Blog do GTIIC (canal de divulgação das ações da Secção Sergipe e de comunicação com a categoria), realização de vários eventos na área de Direitos Humanos, Saúde e Educação, Mobilidade Humana.

A participação no Planejamento Estratégico da CRP-03 BA/SE trouxe a perspectiva de desmembramento. A proposta, inicialmente, não foi aceita. Em 2009, com o reconhecimento do trabalho desenvolvido em Sergipe pelo Sistema Conselho de Psicologia, o projeto de desmembramento do CRP 03 e a criação do Conselho Regional de Psicologia de Sergipe foi apresentado, e aprovado, na Assembleia das Políticas de Administração e das Finanças-APAF, em Brasília.

O Sistema Conselhos, definiu prazo de cinco meses para os ajustes mínimos e a reapresentação do projeto na APAF em maio no ano seguinte. Durante o primeiro semestre de 2010, o Comitê Gestor se dedicou à nova apresentação do Projeto de Desmembramento focado em suas características regionais. Resultado: o projeto foi aprovado por unanimidade de votos e Sergipe ainda foi apontado, pelo Conselho Federal de Psicologia, como modelo de luta para os futuros desmembramentos.

Após a publicação da resolução CFP 011/2010, que criou o Conselho Regional de Psicologia-19a Região, foi aberto o processo democrático de eleição para o primeiro plenário que, extraordinariamente, com o consentimento do CFP, foi realizado em 3 de novembro de 2010 sob a coordenação do psicólogo nomeado pela APAF José Carlos Tourinho.

A chapa 11 – “Crescer e Cuidar da Profissão” venceu a primeira eleição e assumiu a direção do Conselho Regional de Psicologia de Sergipe. A partir desse momento, a diretoria, composta por Edelvaisse Mendonça Ferreira (presidente), Alberto de Jesus Orge (vice-presidente), Naldson Melo Santos (secretário), Adriano Barros (Tesoureiro), com o apoio dos conselheiros André Mandarino, Cybele Maria Rabelo Ramalho, Fernando Antônio Nascimento da Silva, Guilherme do Nascimento Caldeira, Jacqueline Maria de Santana e Silva, Jameson Pereira Silva, João Henrique Menezes, Karla Melo Santos Menezes, Marco Aurélio Costa Santos, Maria Lúcia de Oliveira, Poliana Reis de Oliveira, Wesley Vinícius dos Santos, Wilson Bispo da Fonseca e Wilton Júnior, passou a estruturar o conselho no Estado.

Novos funcionários foram contratados e treinados. Equipamentos foram adquiridos na expectativa de liberação da base de dados e do repasse financeiro que ainda estavam vinculados ao CRP 03. A autonomia chegou em 2012, com a disponibilização da base de dados. O CRP-19 pode, então, organizar o recadastramento profissional e implementar uma nova organização financeira.